A decisão surge devido às “responsabilidades diretas” do executivo açoriano na ausência de fornecimento de refeições escolares na ilha do Corvo.
“Esta tomada de posição vem na sequência das responsabilidades diretas que o Presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro, tem no processo de discriminação dos alunos, docentes e não docentes da ilha do Corvo no que diz respeito ao não fornecimento de refeições escolares”, diz um comunicado do PPM.
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Segundo a nota assinada por Paulo Estêvão, deputado único do partido na Assembleia Legislativa, “os dirigentes do PPM não se sentam com quem pratica este tipo de atos de discriminação de caráter fascista”, acrescentando que “a representação parlamentar do PPM iniciará um conjunto de atos de protesto, de caráter cívico, a partir do primeiro dia de aulas se, entretanto, aos alunos, docentes e não docentes da ilha do Corvo continuar a ser recusado o fornecimento de refeições escolares”.

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