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22 Fevereiro, 2012

950 novos casos de cancro são detectados, anualmente, nos Açores, sendo que o do pulmão continua a ser o mais mortífero e atinge principalmente os homens e o cancro da mama, nas mulheres.

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São dados do Centro Oncológico dos Açores (COA), a que a rádio Atlântida teve acesso.

De acordo com Gonçalo Forjaz, responsável pelo registo oncológico da região, houve um aumento do número de casos relativamente a anos anteriores. O diagnóstico é uma das razões.

O responsável pelo registo oncológico dos Açores alerta para a incidência do cancro do pulmão, que é o mais mortífero.

Segundo Gonçalo Forjaz, ao contrário de outros cancros, em que as terapêuticas evoluíram, o do pulmão “pouco ou nada” evoluiu em termos de sobrevivência.

Gonçalo Forjaz alerta para a importância do rastreio.

Na região, existem já à mama e ao colo do útero. Deverá, no entanto, arrancar, brevemente, o rastreio ao cancro colo rectal, junto das populações açorianas entre os 50 e os 70 anos para determinar incidências e, em última instância, reduzir a elevada mortalidade desta doença, rastreio será alargado a todas as ilhas e a ambos os sexos da população açoriana.

Segundo o COA, a incidência e a mortalidade deste tipo de patologia oncológica justificam a sua realização: “existem 75 novos casos de cancro colo-rectal por ano, nos Açores.

Destes 75 novos casos, existe uma percentagem superior a 50% de óbitos, ou seja, são 44 óbitos em 75 casos”.

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Foto de fundo (C) José Borges