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sexta, 15 setembro 2017 09:38

Aumentos salariais, descongelamento das carreias na administração pública e ADSE são as principais reivindicações para o ano 2017/ 2018 que SINTAP e FESAP apresentam

Aumentos salariais, descongelamento das carreias na administração pública e ADSE são as principais reivindicações para o ano 2017/ 2018 que SINTAP e FESAP apresentam Rádio Atlântida

A Federação de Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Lucrativos (FESAP) e o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (SINTAP) revelaram prioridades reivindicativas para o ano 2017/2018.

 

Aumentos salariais, descongelamento das carreias na administração pública e ADSE  foram as principais prioridades apontadas pelos dirigentes das ordens sindicais para alcançarem no ano 2017/2018 junto do Governo. 

 

O secretário-geral do SINTAP e da FESAP José Abraão, em conferência de imprensa ontem, em Ponta Delgada, refere que os descontos para a  ADSE não devem ficar na região.

 

“É o único espaço do território Nacional onde as contribuições dos trabalhadores para a ADSE ficam no governo regional, neste caso concreto e, portanto, o que seria normal era que o dinheiro que é dos trabalhadores, que é descontado todos os meses, como todos os outros incluindo o governo regional da Madeira fosse enviado para a ADSE e é isso que não esperamos”, acrescentando que “como disse o governo regional com a ADSE,  tão breve quanto possível cheguem a um entendimento para o acerto de contas e o dinheiro que é dos trabalhadores e da ADSE possa ser enviado para a ADSE que é o sitio onde devia estar”. 

 

Aumentos salariais na ordem dos 2,5% e subsídio de refeição atualizado para os 6 euros foram outras das reivindicações apontadas pelo sindicalista. 

 

No que diz respeito ao descongelamento e progressão de carreiras, José Abraão refere que se o governo estiver interessado em “virar a página” terá de valorizar o trabalho na administração pública. 

 

“Se o governo [nacional] está de facto interessado em virar a página temos de ter em consideração que há mais vida para além do défice e valorizar o trabalho na administração pública e os seus trabalhadores é hoje tudo aquilo que colocamos em cima da mesa”. O secretário-geral refere que “no que diz respeito ao descongelamento de carreiras, como sabem, da nossa parte sempre dissemos que não podemos aceitar faseadamente e muito menos fracionamentos. Não bastará o governo dizer que no dia 1 de janeiro vamos ganhar o direito pelos créditos obtidos na avaliação de desempenho que ganhamos apenas o direito à progressão na carreira. Queremos que seja isso concretizado pelo pagamento integral daquilo que é essa progressão na carreira se são 50 euros devemos receber 50 euros e não bastará dizer que o governo fez uma previsão e que definitivamente é preciso mais dinheiro, nós daqui dizemos é que se governar é optar e se quiser optar selos serviços públicos, pelos seus trabalhadores e pela avaliação do trabalhador terá, com certeza, espaço para que isso possa acontecer.”

 

Caso estas propostas não sejam atendidas ficou a promessa de avançarem com formas de luta. 

Informação Adicional

  • Fonte: Rádio Atlântida

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